
Paraty não é uma cidade de baladas — e é aí que está o charme. As noites aqui são ruas iluminadas por lampiões, música ao vivo escapando pelas portas abertas, uma caipirinha numa cachaçaria e a baía brilhando sob o luar.
O centro histórico é o coração da noite. Bares e restaurantes ficam de portas abertas, músicos tocam chorinho, samba e MPB ao vivo, e a cidade inteira vira um passeio lento e sociável. Venha pelo clima, não por uma rave.
As ruas de pedra se enchem de som depois do jantar — pequenas casas e varandas de bar recebem chorinho, samba, bossa e MPB. Lugares como o Paraty 33 e o Margarida Café são clássicos para shows ao vivo e um público animado, enquanto dezenas de bares menores colocam um violonista na porta. Perca-se e siga a música; é assim que o local faz.

Aqui é terra de cachaça, então o clássico para terminar a noite é uma caipirinha bem-feita ou uma sequência de pinga envelhecida numa cachaçaria. Vários bares se especializam em destilados locais e em coquetéis criativos feitos com eles — uma forma deliciosa de continuar provando o que você aprendeu na rota da cachaça.
Para algo mais tranquilo, o lado da Praia do Pontal e a beira do rio têm bares descontraídos onde você senta com os pés quase na areia e uma Itaipava gelada na mão. É onde o ritmo cai mais um pouco — ótimo para a primeira ou a última noite.
Algumas das melhores noites de Paraty não envolvem bar nenhum: as ruas alagadas sob a lua cheia, um jantar à luz de velas e a volta ao deck do Cantinho do Marinheiro para ver as luzes da piscina e a cidade cintilando do outro lado da baía. Se você está aqui a dois, veja o nosso guia romântico. Se quiser agitação, é a cinco minutos de carro morro abaixo — o melhor dos dois mundos.
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