
A baía de Paraty guarda dezenas de praias — algumas a poucos minutos de carro, outras acessíveis só a pé ou de barco. Veja como escolher a certa para o dia que você tem em mente.
Pense nas praias de Paraty em três grupos: as fáceis, aonde se chega de carro; as selvagens, que exigem uma trilha ou um barco; e as enseadas das ilhas, alcançadas de saveiro. Os melhores passeios costumam misturar os três ao longo de alguns dias.
Para um dia de praia sem esforço, a Praia Grande é a escolha padrão dos moradores — uma faixa larga e calma a uns dez minutos do centro, com quiosques que servem peixe frito e cerveja gelada. A Praia do Pontal, do outro lado do rio a partir do centro histórico, é a mais próxima de todas e ótima para uma caipirinha ao pôr do sol. A Praia do Jabaquara, uma curta caminhada ao norte, é rasa e perfeita para famílias — e o palco do famoso bloco da lama do Carnaval.

A Praia do Sono é a praia de acesso a pé mais querida da região — uma meia-lua rústica, sem carros, alcançada por uma trilha na mata (ou um curto trajeto de barco), sem estradas e num ritmo de pés descalços. Mais adiante na costa, a vila de Trindade reúne várias praias e a celebrada Piscina Natural, uma piscina natural cercada de pedras onde se faz snorkel. As duas recompensam a viagem extra com muito menos gente do que as praias à beira da estrada.
As 65 ilhas da baía escondem as enseadas que tornaram Paraty famosa — Praia da Lula, Saco da Velha, Praia Vermelha, as praias da Ilha Comprida — a maioria sem nenhum acesso por estrada. O jeito de conhecê-las é um passeio de saveiro ou lancha, parando para nadar e mergulhar entre as ilhas. Para algo único, o Saco do Mamanguá — um fiorde tropical — é um mundo à parte, de remada e trilha.
Pergunte à Bianca quais praias estão melhores no dia — vento, maré e estação mudam a resposta o tempo todo, e ela vai te indicar a água calma.
Uma vila de praia tranquila e a Piscina Natural.
Trilha até lá, desligue-se — sem carros, sem pressa.
O fiorde tropical do Brasil, de caiaque e a pé.
Uma ilha sem carros e de praias lendárias.
Saveiro ou lancha, e como escolher.
Quando você quer água doce em vez de salgada.
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